Abaixo-Assinado (#29361):
Os cidadãos abaixo assinados, brasileiros, residentes e domiciliados na Cidade de São Paulo e arredores, solicitam de Vossa Excelência que reconsidere o Projeto de Lei 17/2014, no que diz respeito ao alargamento da Av. Marechal Tito, a fim de evitar a realização de ações pouco planejadas e que possam ferir a justiça e a dignidade da população envolvida.
Para tanto, elencamos abaixo alguns pontos que precisam ser verificados para que não ocorram tantas perdas para a economia local, para a preservação do meio ambiente, para a dignidade da família, do trabalhador, do comerciante, do empresário, do empregador, para o direito à previdência, para o direito à propriedade, para a preservação do local de trabalho, para a própria economia dos recursos financeiros da Prefeitura de São Paulo entre outros interesses públicos e privados:
1. Observe os desvios apresentados no projeto. No trecho em que se localizam os atacadistas Makro e Atacadão. Apenas neste trecho já é possível verificar que ao invés de utilizar a área livre, sem construção dos estacionamentos frontais dos atacadistas Makro e Atacadão, e informo aqui que estes atacadistas possuem um vasto estacionamento lateral capaz de satisfazer a demanda por estacionamento dos mesmos, o projeto opta por avançar sobre a área “construída” do outro lado da rua. A população sugere então, Excelentíssimo Senhor Prefeito, que o alargamento se dê neste trecho, com a utilização da área do estacionamento frontal dos dois atacadistas citados e não sobre a área construída em destaque na imagem.
2. A população sente-se injustiçada, pois neste trecho, que é formado por pequenas empresas, com menor poder econômico, e maior área a ser destruída, sim, porque não dá pra destruir apenas um pedaço de um imóvel sem que toda a sua estrutura seja danificada, e isso os engenheiros da Prefeitura de São Paulo devem saber bem, o projeto atinge exatamente este lado menos privilegiado e mais difícil de ser trabalhado.
3. Outro ponto do projeto que a população gostaria que fosse levado em consideração é quanto ao custo para a Prefeitura de São Paulo, visto que seria muito mais econômico não precisar desapropriar, não precisar demolir, não precisar indenizar, não precisar perder empresas que movimentam a economia da região e ofertam empregos, e sustentam famílias, e geram renda, e pagam impostos.
4. E se enxergarmos um pouco mais adiante, as pessoas que perderem seus empregos, comércios, empresas, precisarão ir trabalhar em outro lugar, serão mais pessoas se deslocando das periferias aos grandes centros, mais pessoas utilizando carros, motos, ônibus, trens, metrôs.
5. Quanto à indenização, a população pede encarecidamente ao Excelentíssimo Senhor Prefeito que pese o quanto vale um comércio ou uma empresa ao seu proprietário, à família que lá reside e trabalha, ao empregado que de lá tira o seu sustento e o de sua família e que dependendo da idade terá o acesso a um novo emprego dificultado.
Acreditamos muito na justiça e no bom senso do Excelentíssimo Senhor Prefeito.
Na certeza de termos nosso pleito atendido, encaminhamos este documento.
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