Abaixo-Assinado (#32148):

Abaixo-assinado para o estabelecimento do convênio entre a Faculdade de Medicina da UniEvangélica e o IML de Anápolis

Destinatário: Acadêmicos e professores da Faculdade de Medicina da UniEvangélica

Ajude-nos a recuperar nosso direito, dos alunos do internato e componentes da Liga de Medicina Legal da UniEvangélica, de realizar nosso estágio no IML de Anápolis e voltar a nossa preparação para os concursos e consequentemente a vida profissional dentro do campo da medicina aplicada ao direito! Sua assinatura é muita apreciada!

Manifesto aos discentes, docentes e representantes administrativos dos cursos de medicina do Brasil referente à paralização das atividades da UniEvangélica no IML e SVO do município de Anápolis

“Atenção alunos, professores e representantes dos cursos de medicina e demais cursos da saúde! Uma faculdade tem como finalidade principal servir de instrumento de aquisição de conhecimento em vista a preparar seus acadêmicos para participação profissional consciente no mercado de trabalho em todas suas esferas, pública ou privada. Hoje, existem oportunidades de promover esse conhecimento em instituições privadas e públicas das esferas municipais e estaduais, na área da Saúde, na Assistência Social, entre outros. No entanto, para que esses meios sejam utilizados apropriadamente é preciso que a vontade administrativa dos patronos diretores dessas instituições não ultrapasse a vontade pedagógica e, por conseguinte, a vontade de contribuir para o desenvolvimento da sociedade no contexto de cada disciplina. No curso de medicina da UniEvangélica temos sofrido com um exemplo cabal deste tipo de contratempo que tem prevenido nossa completa experiência prática fundamental prévia ao exercício de nossas obrigações profissionais.

A mais de um ano as turmas integrantes do internato e nós, da Liga de Medicina Legal da UniEvangélica (LML) tínhamos uma “suposta” liberdade para, junto com professores docentes do curso de medicina da respectiva faculdade, acompanharmos e a assistirmos sessões de necropsia no Instituto Médico Legal de Anápolis. E então, como se em um “passe de mágica” fomos comunicados do impedimento imediato de todas as atividades desenvolvidas por alunos e professores da faculdade de medicina no estabelecimento citado. Depois de várias viagens e indagações à secretaria do curso veio à luz então a verdade. O IML de Anápolis estava exigindo retorno monetário por parte da Associação Educativa Evangélica pelo uso de suas instalações para o ensino de seus acadêmicos, o que nunca havia existido e não é nada mais que lógico. Infelizmente meses se passaram e mesmo com nossa insistência em tentar agilizar o processo de concretização deste convênio com o departamento administrativo mais próximo de nós, que é a secretaria do curso de medicina, nada parece ter sido resolvido e apenas o que ouvimos são tentativas de justificar ou até contornar o assunto em pauta. Tal como apenas afirmar que os valores em negociação são exorbitantes, algo que inclusive nunca fora comprovado para os reais interessados no assentimento deste contrato, e coisas como a construção de um laboratório de necropsias e análises patológicas em domínios privados da faculdade que prestaria serviços terceirizados para o próprio IML, o que seria ótimo, apesar de muito improvável, visto a confidencialidade a que são submetidas as peças necroscópicas sob tutela do IML, e o custo e demora da materialização deste projeto. E enquanto estamos estagnados esperando para que nossos superiores dissolvam o imbróglio criado, outras instituições dentro do próprio estado de Goiás visitam periodicamente a mesma instituição pública, o IML, para executar os mesmos encargos que outrora executávamos. Toda essa situação nos coloca em plena situação de desvantagem, ainda mais agora que, a partir do primeiro semestre do ano de 2015, a medicina legal se tornou parte integrante da grade curricular presente no curso de medicina, o que foi firmado principalmente pelo Prof. Dr. Denis Sugita e com ampla aceitação da coordenadoria do curso. Além do fato de conhecimento de todos que hoje o concurso para médico legista é um dos mais disputados do país visto a estabilidade do cargo, e com certeza, de possível interesse de diversos colegas acadêmicos.

Decidimos assim, visto todos os relatos acima descritos, tomar as rédeas da situação e tentar defender nossos próprios interesses e defender simbolicamente todo aquele estudante que se vincula a uma instituição que viola e não cumpre com o contrato moral de cobrir sua imprescindível vastidão de ambições. Por isso, nós da LML conclamamos todos os acadêmicos e professores que se sentem sensibilizados com nossa causa a unirem-se a essa investida, pois apenas com a dimensão real representada pelas diligências de nossa classe poderemos provar para aqueles encarregados de nos conduzir de que algo bem mais precioso que a avareza de quem tem muito dinheiro se verte em suas mãos”.

Att. Leôncio de Faria Gonçalves; Presidente em vigência da LML Hygino de Carvalho Hércules e Acadêmico do 5º período.

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