Abaixo-Assinado (#35777):
Casos de bullying vêm acontecendo por um mesmo grupo de meninos na escola há tempos, digo, há alguns anos. Os últimos acontecimentos foram com meu filho de 7 anos que está no 2o ano. Este grupo de garotos está no 4o ano da escola e por duas vezes agarraram meu filho pelo pescoço, na 1a vez tiraram seu tênis e ficaram jogando de um lado para outro, estragando seu tênis. Da segunda vez, deram uma "gravata" no pescoço do meu filho, que foi salvo por amigos que correram atrás de bedéis. Além da agressão física, também foram relatados casos de ameaças tanto a meu filho quanto aos outros - ameaças caso contassem aos pais e ameaças para não ficarem juntos. Em nenhuma das vezes a escola tomou a atitude de me procurar, só estamos atualmente tendo uma conversa com a direção da escola pois nós, mães e pais, a procuramos.
Nós, pais e mães, acreditamos que ao ser constatada a prática do bullying, medidas imediatas deveriam ser tomadas para que o ato tenha fim. Entretanto, o que a escola vem fazendo é tratar como casos pontuais, chamando os pais dos agressores para uma conversa sem resultados efetivos. Com isso, os pais das vítimas têm se visto muitas vezes obrigados a mudar o(a) filho(a) para outra instituição ou a mudar de período de estudo para que não sofram mais bullying deste grupo já conhecido pela própria escola.
Pedimos que a escola, que tem a obrigação de zelar pela integridade física de nossos filhos, tome atitudes, ensine também pelo exemplo, e não apenas por panfletos, cartazes ou emails anti-bullying.
O bullying não "é coisa" de criança e nem "é coisa" que se resolve entre crianças com maturidades tão diferentes (2o e 4o anos). A escola deve sim se posicionar e tomar atitudes efetivas e condizentes com seu discurso. E é isso o que nós, pais e mães, pedimos ao Pueri Domus.
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