Abaixo-Assinado (#43334):

CRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO MASCULINO - Projeto de lei de iniciativa popular para criminalização do ABORTO MASCULINO

Destinatário: Aos Excelentíssimos Senhores Deputados Federais: Jair Messias Bolsonaro, Eduardo Nantes Bolsonaro, assim como a Senhora Joice Cristina Hasselmann, candidata eleita Deputada Federal e a jurista, senhora Janaina Conceição Paschoal.

Projeto de lei de iniciativa popular para criminalização do ABORTO MASCULINO

Segundo pesquisas, cerca de 75 % dos homens brasileiros são contrários ao aborto. E muitos desses homens chamam as mulheres que defendem a descriminalização do aborto, de vagabundas.

É comum ver em redes sociais de BRASILEIROS a seguinte indagação: sua vadia, quando você abriu as pernas, porque você não usou camisinha? Ocorre que, a camisinha também pode ser colocada do pênis.

Diante da violência verbal contras as mulheres percebe se que, os homens não sabem que a camisa também pode ser colocada no órgão sexual masculino, e jogam toda a responsabilidade pela não utilização da camisinha na mulher, o que configura violência moral e psicológica à mulher.

Importante destacar que, na lei Islâmica seguida por países do Oriente médio, na lei Sharia seguida pelos prospero Emirados Árabes Unidos, se uma mulher for estuprada e o homem não confessar, e a vítima não apresentar 4 testemunhas do sexo masculino, a mulher estuprada é condenada por relação sexual ilícita.
(http://infielatento.blogspot.com/2012/09/exemplos-de-direitos-das-mulheres-sob-o.html).

Em países do Oriente, existem casos em que, homens estupram meninas impúbere, e depois acusam essas crianças de crime de sedução perante um tribunal.

No Brasil, os homens convencem as mulheres à fazer sexo com eles sem o uso de camisinha, porque muitos homens não gostam de usar camisinha (chupar bala com papel). Quando essas mulheres engravidam, esses homens abandonam as mulheres, lhes causando grave sofrimento emocional, empurrando essas mulheres para o aborto.

E como se não bastasse o abandono e terem se recusado a colocar camisinha no momento do ato sexual, porque a responsabilidade pelo uso da camisinha não pode ser somente, da mulher , esses homens condenam as mulheres por não terem usado a camisinha que também pode ser colocada no órgão sexual masculino, e taxam essas mulheres de vagabundas.

Essa conduta da sociedade brasileira, sobretudo, a masculina, demonstra que a sociedade brasileira tem semelhanças com sociedades fundamentalistas quando o assunto está relacionado ao ato sexual.

Esse discurso machista passa a impressão que, o homem luta para proteger o feto que eles colocaram no útero da mulher, mas não é exatamente isso, muito pelo contrário.

Na verdade, quando a mulher revela a gravidez, muitos homens abandonam a mulher, não prestam apoio emocional, nem econômico, obrigando muitas mães ficarem na fila da Defensoria Pública e enfrentar um longo processo judicial para receber, quando muito, 30% (trinta por cento) do salário mínimo, o que, por conseguinte em sua maioria, acaba em não cumprimento por parte do homem.

Diante dessas circunstâncias, para assegurar a equidade ao gênero feminino, os homens devem incorrer nas mesmas penas que a mulher nos casos de aborto, visto que, a responsabilidade pelo uso de preservativos é tanto da mulher, quanto do homem.

Assim, quando a mulher provar por qualquer meio que comunicou a gravidez ao progenitor, e esse negou apoio emocional e econômico, levando a mulher optar pelo aborto, o progenitor incorrerá na mesma pena que a mulher.

Parágrafo único: Se o progenitor negar a paternidade do feto, e o teste DNA for positivo, o progenitor terá a pena dobrada por dificultar o processo judicial.

Assine este abaixo-assinado

Dados adicionais:


Por que você está assinando?


Sobre nós

O AbaixoAssinado.Org é um serviço público de disponibilização gratúita de abaixo-assinados.
A responsabilidade dos conteúdos veiculados são de inteira responsabilidade de seus autores.
Dúvidas, sugestões, etc? Faça Contato.


Utilizamos cookies para analisar como visitantes usam o site e para nos ajudar a fornecer a melhor experiência possível. Leia nossa Política de Privacidade.