Abaixo-Assinado (#4947):

Protesto contra F.P.S. e sua atitude descricionária no acesso à informação

Destinatário: Secretario de Estado da Juventude e do Desporto, I.D.P. e C. M. Sintra

Protesto veementemente sobre a atitude da Federação Portuguesa de Surf (FPS) em ter recusado a credenciação de um jornalista no último campeonato do mundo de bodyboard, Sintra Pro 2009.

Esta atitude discriminatória vem na sequência de um desagrado pelas opiniões expressas pelo jornalista sobre a forma como a prova é organizada.

Entendemos que a FPS sendo uma entidade pública, estando a organizar um evento desportivo de promoção da modalidade ao serviço da Câmara Municipal Sintra e do Instituto do Desporto de Portugal tendo em vista a promoção das praias da região e dos atletas Portugueses não pode sob pretexto algum vedar acesso a todos aqueles que podem fazer essa promoção ou a analise do que ali se passar!

A utilização do poder discricionário que a FPS entende que tem, demonstra uma fraca sensibilidade para os valores de sofisticação que se exige a este tipo de entidade, valores como a liberdade de expressão, liberdade de imprensa e sobretudo respeito pela "coisa pública". A FPS entende que pode gerir o acesso ao palco do evento da forma que entende fazendo grosseiramente o atropelo completo das melhores práticas da gestão pública que consideramos ser este mundial, no fundo pago quase na totalidade por entidades que o fazem com o dinheiro dos contribuintes na expectativa de servir o seu melhor interesse.

Pensamos que o Sintra Pro não é propriedade privada da direcção da Federação, ainda que o fosse seria grave esta atitude, pensamos outrossim que o mundial é da comunidade nacional e local, materializado pela C. M. Sintra com organização da FPS o que torna mais grave esta atitude!

Este não pode ser um precedente! Esta atitude não pode ser reproduzida em nenhuma prova, seja promovida por entidades privadas como públicas e a FPS como tutela deste desporto deve retratar-se com urgência e veicular para os diversos promotores das provas que sanciona que este não é um exemplo é antes um erro grave que não pode ser repetido em provas com chancela daquela entidade de utilidade pública.

Assim pedimos ao SEJD, ao Presidente do IDP e ao Presidente da CM Sintra que tomem posição pública sobre este assunto de forma a recolocar a liberdade de expressão e de acesso livre à informação no seu devido lugar de importância.

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