Abaixo-Assinado (#54193):

Carta ao Arcebispo de Fortaleza, sobre discursos político-partidárias durante as missas.

Destinatário: Arcebispo de Fortaleza, Dom José Antônio Aparecido Tosi Marques.

Em atenção a
Vossa Excelência Reverendíssima Dom José Antônio Aparecido Tosi Marques, Arcebispo da Arquidiocese de Fortaleza, Ce

Nestes dias, circulam e reverberam nas mídias sociais de nossa região, notícias sobre grave incidente ocorrido na Paróquia de Nossa Senhora da Paz, originado por uma homilia proferida pelo Padre Lino Allegri, alguns domingos atrás, com ataques ao atual governo. Conforme relatos unânimes, algumas senhoras paroquianas compareceram à sacristia, logo após a missa, quando argumentaram com o prelado, sobre a inconveniência de abordagens politico-partidárias durante as missas, uma vez que tal atitude entristece e frustra muitos fiéis, que ali vão à procura de socorro espiritual e, acima de tudo, da comunhão com Deus. Em decorrência da manifestação dessas pessoas, no domingo seguinte, no mesmo horário de missa, a militância esquerdista, como se houvesse sido convocada e com camisas vermelhas ou com termos "Fora Bolsonaro", compareceu à Paróquia! Ao final da missa, foi lida pelo comentarista, uma carta de Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Presidente da CNBB, solidarizando-se com o Padre Lino. Neste momento, os fiéis presentes que pensam e sentem diferente, se manifestaram, o que gerou tumulto dentro do templo, inclusive com intervenção da Polícia.
Como cristãos católicos, nos convém recorrer ao CIC (1416), que assim diz:
"A santa comunhão do Corpo e do Sangue de Cristo aumenta a união do comungante com o Senhor, perdoa-lhe os pecados veniais e o preserva dos pecados graves. Por serem reforçados os laços de caridade entre o comungante e Cristo, a recepção deste sacramento reforça a unidade da Igreja, corpo místico de Cristo".
Assim, nós cristãos católicos, recorremos às Celebrações Eucaristicas, em busca do que está acima preceituado, ou seja, plena comunhão com Cristo pela Palavra, Eucaristia e unidade da Igreja. No incidente em apreço, o prelado trabalhou no sentido inverso, causando um escândalo dentro da comunidade católica de nossa Diocese e afastando muitos fiéis da Paróquia da Paz.
Ensina-nos ainda o CIC
(2287): Quem usa os poderes de que dispõe, de tal maneira que induzam ao mal, torna-se culpado de escândalo e responsável pelo mal que, direta ou indiretamente, favorece.
"É inevitável que ocorram escândalos, mas ai daquele que os causar" (Lc 17,1).
Então, considerando:
1. Os fatos ocorridos na Paróquia da Paz;
2. A aflição e a tristeza causadas, aos cristãos católicos e aos brasileiros de bem, a constatação do comportamento de prelados católicos alinhados com partidos socialistas/esquerdistas, povoados de ateus, que desprezam nossa fé e confessam, abertamente, ter, entre seus objetivos, a destruição da moral judaico cristã, sendo fervorosos defensores da legalização do aborto, da implantação da ideologia de gênero, da descriminalização das drogas e da desconstrução da família como criada por Deus (Gen 2,24);
3. As práticas corruptas na forma de governar, como sobejamente provado nas investigações realizadas nos governos petistas;
4. A escravidão a que têm conduzido os regimes/ditaduras comunistas/socialistas, a exemplo dos 60 anos de escravização do povo cubano, pelo comunismo;
Solicitamos urgentes providências de V. Exma Rev.ma, no sentido de que sejam evitadas, pelos sacerdotes de nossa Diocese, abordagens politico-partidárias nas homilias de nossas Celebrações Eucaristicas.
Solicitamos, outrossim, o afastamento do Pe. Lino, da nossa Arquidiocese, pois não é de Deus aquele que deseja a escravidão do Seu povo, Seu rebanho!

"O Senhor é o pastor que me conduz: felicidade e todo bem hão de seguir-me!" (Salmo 22(23))

Com elevada consideração,

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