Abaixo-Assinado (#54594):
Nós, estudantes desta universidade, vimos requerer de V.S.ª o replanejamento das provas presenciais que irão ocorrer dos dias 27/09/21 à 02/10/21 pelos seguintes motivos:
- Danos Psicológicos provocados pela pandemia e que ainda estamos vivendo e o surgimento de novas variantes;
- Falta da vacina, onde grande maioria NÃO tomou a segunda dose, sendo que em geral, em duas semanas após a segunda dose estaremos protegidos, pois esse é o tempo que nosso sistema leva para criar anticorpos neutralizantes, que barram a entrada do vírus nas células.;
- Grande Circulação de pessoas no mesmo horário;
- Falta de medidas preventivas (Álcool em gel na maioria das vezes estão vazios)
-Higienização das salas em 15 minutos durante a troca de turmas?
O fato é: A instituição quer arriscar que os alunos se contaminem sendo obrigatória a realização da prova presencial mesmo o MEC liberando a realização de forma remota?
Se após esse período algum aluno apresentar COVID a instituição estará comprometida a custear o tratamento (medicamentosos e clínicos) para o mesmo ou a preocupação é apenas que os alunos realizem a prova? Ressaltando que escolhemos estudar em lugares nos quais queremos no sentir seguros e que de nada vale uma nota se o risco é ter nossas saúdes prejudicadas. Não é apenas “ir até a faculdade”, mas como ir, quando for e com quem for. Alunos sem veiculo próprio precisam de transporte público, compartilham Van, passam por terminais públicos. Na troca de turno, a faculdade fará a higienização de todas as CARTEIRAS E CADEIRAS como mandar a OMS para que a próxima turma que usará os mesmo sinta-se seguros?
O vírus não será inativo durante o período de provas, ele ainda existe e ainda não está 100% controlado, o risco não é minimizado e sim aumentado diante das probabilidades.
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