Abaixo-Assinado (#62094):
APRESENTAÇÃO
A atual administração segue impondo ao São Paulo a permanência da incompetência e do descaso com a instituição. São décadas de gestões temerárias realizadas por integrantes do mesmo grupo.
Nesse contexto, Julio Casares chegou à presidência do clube com uma simples retórica de modernizar a administração e o que se vê na prática é o inverso. Ele não apenas continua seguindo as referências dos seus parceiros antecessores como também tornou o clube ainda mais fechado impossibilitando a existência de críticas à atual administração incluindo críticas feitas po pessoas próximas ao atual presidente. No aspecto financeiro, o que era tuim ficou pior. Casares conseguiu aumentar a dívida para 1 bilhão de reais.
Diante desse cenário nós, torcedores, sócios do clube e conselheiros resolvemos nos unir para ajudar o Tricolor a se livrar dessa administração nefasta.
É urgente que pautas como responsabilidade financeira, transparência, voto para presidente (via sócio torcedor), separação do futebol profissional do clube social e democracia no clube sejam efetivadas a partir da próxima gestão.
Por isso surge a Frente Democrática em Defesa do São Paulo FC.
Fora Casares e toda a sua ausência de Sãopaulinidade!
MANIFESTO
Por que este manifesto.
Prometeram inovação para criar novas fontes de receita, austeridade financeira com melhoria de margens e alongamento das dívidas, reestruturação organizacional e a consolidação de uma mentalidade vencedora. Sucesso desportivo. Esse era o “grande plano” apresentado e divulgado no início da primeira gestão Casares. Na prática, contudo, os mesmos gaps de sempre persistem desde o começo de sua administração: falta de transparência, decisões autocráticas e um clube fechado à crítica — um modelo que nos afasta das melhores práticas do futebol moderno e que, objetivamente, deteriora indicadores essenciais.
O diagnóstico.
· Transparência quase nula: processos decisórios opacos e barreiras à fiscalização interna e externa.
· Centralismo/autocracia: escolhas estratégicas concentradas, pouca escuta e baixa prestação de contas.
· Profissionais totalmente despreparados e legalmente impedidos para assumir posições de liderança.
· Resultado financeiro aquém do discurso: a promessa de austeridade não se traduz em trajetória sustentável da dívida nem em margens melhores; o risco de recorrência de déficit segue real.
· Defasagem competitiva: enquanto o futebol profissional evolui rapidamente (governança, dados, performance, monetização), o clube permanece preso a práticas antigas.
O plano prometido X A realidade.
Prometeram: inovação, novas receitas, austeridade, alongamento das dívidas, reorganização e mentalidade vencedora e títulos.
Entregaram: manutenção de vícios e personagens maléficos históricos, decisões centralizadas e pouca transparência — um quadro que transformou a gestão atual em referência negativa na história recente do clube.
O que precisa mudar já (choque de gestão).
· Governança e Transparência — Publicar relatórios trimestrais (esportivo e financeiro), auditorias independentes e critérios de decisão; criar comitês estatutários com conselheiros e independentes (Finanças, Futebol, Compliance, Riscos). Conselho fiscal independente, Conselho de Administração majoritariamente independente.
· Disciplina Financeira — Regras de responsabilidade (tetos de gasto, gatilhos de contingência, metas de margem); alongar passivos com custo total menor e cronograma crível; travas contra endividamento oportunista.
· Realizar um orçamento que não seja uma peça de ficção.
· Reestruturação Organizacional — Separar Futebol Profissional do Clube Social, com P&L (lucros e perdas) e metas próprias, e executivos qualificados; estruturar processos (compras, contratos, captação, base, ciência de dados) com KPIs (métricas que medem o desempenho) e accountability (responsabilidade e o compromisso com as próprias ações e resultados).
· Inovação e Novas Receitas — Plataforma de dados e CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente)para potencializar bilheteria, matchday (receitas geradas no dia do jogo), licenciamento e sócio-torcedor; novos produtos digitais; parcerias estratégicas de tecnologia.
· Marca e internet – Cuidar da marca São Paulo FC protegendo de pirataria física e virtual fomentando o fortalecimento da instituição no mercado.
· Cultura e Mentalidade Vencedora — Carta de princípios de alto desempenho (meritocracia, excelência técnica, ética, respeito ao torcedor); avaliação 360º de líderes e áreas; plano de desenvolvimento e, quando necessário, troca de pessoas.
Nossos compromissos.
· Responsabilidade financeira efetiva, e não só no discurso.
· Transparência radical e participação: canais permanentes com sócios, conselheiros e torcedores.
· Profissionalismo no futebol, com métricas claras e governança.
· Democracia no clube: ampliar representatividade e voz do sócio torcedor nas grandes decisões.
· Coragem – realizações de projetos benéficos à entidade, não aos dirigentes.
Chamado à ação.
A Frente Democrática em Defesa do São Paulo F.C. é um espaço para reflexões francas e corajosas. O São Paulo precisa de um choque de gestão — uma transformação profunda de pessoas, processos e prioridades, alicerçada em inovação e coragem para romper ciclos que nos prendem ao passado. É hora de reagir, organizar, propor e cobrar.
SERVIR SEMPRE AO SÃO PAULO, JAMAIS SE SERVIR DELE!
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