Abaixo-Assinado (#9310):
Os abaixo-assinados, brasileiros, solicitam antenas de 1,80m de chapa, haja vista que os modelos atuais o diâmetro oferecido é de no máximo 1,50m. O desejo de ter uma parábola maior é em decorrência dos novos sinais DVB-S2, que estão sendo implantado nos nossos satélites. Esta nova tecnologia tem uma sensibilidade bem maior em relação ao sistema antecessor que é o DVB-S, dificultando a captação do sinal com um refletor menor. Outro detalhe, é que irá minimizar os chuviscos dos canais de meio transponder no sistema analógico ainda presente. Há de se considerar também que a padronização mundial para a Banda C é de 1,80m.
Além do fator da potência do sinal, existe também a possibilidade de se implementar um sistema carona, ou seja, ter mais de um satélite em uma única antena. Isso pode parecer desinteressante aos fabricantes, já que ao invés de vender duas antenas, irá vender somente uma. Mas se analisarmos o potencial deste mercado, é algo multiplicador, vejamos que a migração dos canais do satélite Brasilsat B4, que está em 84ºW para o novo satélite Star One C3 em 75ºW, o Kit LNBF Carona funcionará perfeitamente, captando canais do Star One C1 em 65ºW, o Star One C2 em 70ºW como ponto focal, além do próprio Star One C3. Com a diferença em 5ºW para cada satélite, no esquema {C1 + [C2] + C3}, teremos uma variedade de canais brasileiros totalmente gratuitos. Nesse contexto, com a fabricação de antenas maiores um novo mercado pode ser aquecido, com a adoção do Kit LNBF Carona.
Considerando que o grande público é o usuário doméstico, que está em sua grande maioria nas regiões urbanas, principalmente nos grandes edifícios, onde neste caso adota-se um sistema de parabólica coletiva, que torna necessário uma antena com diâmetro maior. Por estes e outros fatores, é uma antena resistente as intempéries, dispensando a mão de obra constante para ajuste das transmissões, prova a qualidade e durabilidade de uma antena de chapa frente às tradicionais antenas de tela de alumínio. Outro detalhe que vale ressaltar, é referente aos modelos de antenas de fibra, cujo desempenho é menor se comparado aos modelos de antenas de chapa, onde os três fabricantes nacionais (Embrasat, Lerosat e Bakof) têm um preço nada convidativo, onde antenas de 1,80m estão sendo vendidas a partir de R$ 400,00 por um dentre esses fabricantes. Se as antenas atuais de 1,50m de chapa, já podem ser compradas por R$ 200,00 a R$ 250,00, as antenas com diâmetro de 1,80m poderiam ser vendidas por R$ 250,00 a R$ 300,00, preço médio de uma antena de tela de alumínio com diâmetro de 2,30m.
Então, se o fabricante aderir a produção em escala, a fim de conquistar este mercado da Banda C, que não sofre problemas de recepção de natureza climática como a Banda Ku. Além também de não ter um sistema proprietário DTH, onde somente determinados canais estão disponíveis, diferente do que ocorre com os sinais abertos no satélite. E que também não é necessário nenhum cadastro ou recarga adicional para validação do sistema. Este fabricante que quiser crescer deverá ter coragem de fazer este investimento nesta nova linha de produção, apresentar bons preços além do fator qualidade para poder prosperar diante dos seus futuros usuários. Deverá treinar toda a sua rede credenciada para atender esta demanda, assim como o modelo DTH já pratica com os seus representantes. E os instaladores, que geralmente é revenda, devem fazer parcerias com as redes de varejo, as lojas virtuais, enfim somente dessa forma teremos um mercado aquecido, com bons serviços prestados, produtos de qualidade, além também de preços acessíveis.
Enfim, com esta nova estratégia, mais parabólicas serão vendidas, mais lares serão atingidos, e enfim uma demanda surgirá para atender essa massa de telespectadores. Envolvendo toda uma cadeia na geração de empregos, seja do fabricante ou fornecedor do produto, assim com as revendas e os instaladores de todos os quatro cantos desse Brasil.
Na certeza de sermos atendidos, encaminhamos esse documento postado no portal abaixoassinado.org para ser assinado por todos os telespectadores, instaladores, revendedores e fabricantes de forma que chegue esse registro a diretoria da empresa.
Sem mais
Assino a presente
Os signatários
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